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Supergirl: Primeiras Impressões

8 de junho de 2015, POR

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Supergirl é a nova série do Universo Televisivo da DC Comics. Prevista para ser lançada somente entre setembro e novembro, recentemente teve o seu episódio piloto vazado na internet, disponível até em alta resolução. Polêmicas a parte, veja agora as impressões que o piloto deixa!

© Material de divulgação passível de direitos autorais.

Supergirl estréia ao final do ano e deixa uma expectativa mediana dividindo opiniões.

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Supergirl estréia ao final do ano e deixa uma expectativa mediana dividindo opiniões.

Enquanto muitos esperavam que Supergirl seria completamente decepcionante, o episódio piloto, mesmo com algumas falhas, mostrou ao contrário. A série trabalha em um tom diferente de Arrow e passa a se aproximar da essência estabelecida em Flash e retoma o clima adolescente de Smallville. Um ambiente descompromissado e, sutilmente, repleto de drama adolescente.

O episódio começa com Kara Zor-El narrando a sua própria história direto ao espectador, quebrando assim a quarta parede. Como foi feito em Flash – a semelhança não é atoa, uma vez que é do mesmo produtor. Há um vislumbre de Krypton, nada de grande importância. Apenas vemos os pais de Kara a enviando para a terra com a missão de proteger seu primo Kal-El.

Entretanto, a nave de Kara se desvia da rota. Ela acaba indo parar na Zona Fantasma, e apenas algum tempo depois, sem saber muito o que houve, Kara veio em direção a Terra. Para sua surpresa ela encontrou seu primo já adulto adotando o nome de Superman.

Kal-El a encontrou, então levou ela para viver em um lar tão amável quanto os Kent. Com o apoio e conhecimento de Kal, seria mais fácil lidar com as dificuldades que Kara teria que enfrentar, as mesmas dificuldades pelas quais Clark passou em sua adolescência.

Posteriormente a breve introdução, observamos Kara já adulta, escondendo os seus poderes da sociedade e a merce da sua irmã adotiva Alex. Kara trabalha como auxiliar da “incrível” Cat Grant – se você já leu as HQs, sabe o que terror que ela é. A história vai se desenrolando até que Kara acaba sendo “obrigada” a revelar seus poderes, e acaba se tornando a defensora de National City.

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O uniforme ficou normal, interessante, mas o "S" tão anos 2000, uma pena. O "S" "alienígena" de Homem de Aço seria um pouco melhor.

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O uniforme ficou normal, interessante, mas o “S” tão anos 2000, uma pena. O “S” “alienígena” de Homem de Aço seria um pouco melhor.

Durante todo o episódio há várias referencias perceptíveis, e citações ao poderoso Homem de Aço. É nítido observar que a série conta com vários núcleos bem definidos e, também, dos quais são feitos muitas comparações a outras obras existente.

No trabalho, o relacionamento de Kara e Cat se assemelha com a mesma dinâmica criada no filme “O Diabo Veste Prada”. Com seus amigos, temos uma relação bem interativa assim como acontece em Flash, aquele “time” por trás do herói, Winslow Schott – sim, ele mesmo, grande vilão, O Homem Brinquedo – e Jimmy Olsen – a ponte de conexão com o Superman – estão lá.

Já para os vilões, o episódio apresenta a jogada clichê de sempre, Kara trouxe consigo kryptonianos e vai agir junto ao governo, com apoio de Hank Henshaw – outro grande vilão dos quadrinhos, que vem se tornar o Superciborgue.

Como a série vai se comportar após o episódio piloto é um mistério. Talvez, continuamos a apreciar a luta entre os kryptonianos, algo parecido como Smallville começou, só que naquele caso eram infectados por meteoros. O fato é que existem dois personagens apresentados que são vilões. Assim como Flash, é bem possível que eles sejam desenvolvidos ao longo dos episódios e um deles se torne o vilão da temporada.

A adaptação de Supergirl trabalha de uma forma voltada para o público feminino, isto é excelente. É bem provável que muitos marmanjos não aprovem a série, entretanto, para quem está acostumado a ler os quadrinhos da super garota, sabe que Kara é bem similar ao que a série tenta transmitir.

No Universo DC cada um cuida da sua área, por acreditar em Kara e deixar que ela tome suas próprias escolhas Kal-El fica distante apenas observando. Provavelmente, a série vai trabalhar com vários elementos do Superman e deixá-lo bem distante ao menos na primeira temporada.

Entretanto, uma das coisas mais interessantes em Supergirl, nos quadrinhos, é o seu relacionamento com seu primo. Por vezes, as divergências familiares ficam evidentes e em vários momentos um acaba sendo essencial para o outro.

A série vai precisar da presença do Superman para provar que Kara é tão forte quanto o seu primo, e mesmo que ele deixe de confiar nela e tente ajudar, ela irá superar todos os seus limites. Uma hora ou outro esse relacionamento terá que ser explorado.

O elenco segura bem a série, nada de grandes destaques, pelo menos por enquanto. Apesar de eu ainda preferir Laura Vandevoort para o papel – Melissa Benoist segura bem a caracterização da heroína, uma pena que ainda sofra preconceito por ser uma ex-Glee. De qualquer forma, Benoist precisa se provar no papel e não tornar as coisas “comuns” demais.

Supergirl falha em ser apresada demais, apresentar algumas coisas irrelevantes sem explorar os acontecimento e por não conseguir desenvolver certos personagens. O fato de várias pessoas saberem de sua identidade logo no primeiro episódio é preocupante, algo que deveria acontecer só ao longo da temporada. Mas, nada tão grave.

Do mais, Supergirl acerta em seu uma série para mulheres e para os grandes fãs da heroína. Existe um grande potencial em construir os personagens e suas conexões, provavelmente a série irá sobreviver a sua primeira temporada e podemos nos surpreender, assim como Flash fez.

Veja aqui o melhor do trailer de Supergirl.

E você? O que achou de Supergirl?

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