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Opiniões

Como seria O Exterminador do Futuro: Gênesis feito por mim?

5 de julho de 2015, POR

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Depois dos problemas do roteiro em O Exterminador do Futuro: Gênesis veja a crítica aqui tive uma ideia para realizar um novo tipo de artigo aqui no site: como eu faria a história diferente? Acompanhe agora como seria O Exterminador do Futuro: Gênesis feito por mim!

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Exterminador do Futuro: Gênesis.

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Exterminador do Futuro: Gênesis.

Neste artigo, você vai acompanhar um argumento para a minha versão da história do filme O Exterminador do Futuro: Gênesis. Alguns elementos do novo filme que foram bem trabalhados foram reutilizados, mas elaborei um novo ponto de perspectiva da trama para corrigir todas as falhas que o reboot apresentou na tentativa de criar uma nova linha do tempo.

O argumento é resumido, são apresentado os principais fatos e os diálogos mais importantes para que o argumento faça sentido. O resto teria que ser explorado somente com a construção de um roteiro completo – chama eu Paramont.

O Exterminador do Futuro: Gênesis, by O Super Nerd

O longa começa em 2029, mostrando a intensa batalha entre os humanos e as máquinas. Em meio ao caos, vemos um soldado com um grupo de pessoas, em uma tentativa de eliminar as máquinas em seu caminho e voltar base. Esse é Kyle Reese. Durante o percurso, Reese acaba perdendo algumas pessoas, não consegue deixar de se culpar por isso assim que chega até a base.

Lá somos apresentados a John Connor, o grande líder da resistência. Um homem forte e destemido, conhecido por muitos como um verdadeiro profeta sobre o destino da humanidade. Reese vai em direção a John, que estava ministrando um discurso de sobrevivência aos novos soldados.

Reese e John iniciam uma conversa. Reese expõe toda a dor das vidas que perdeu para chegar até a base. Ele precisa que isso acabe agora. Kyle é apresentado como um ótimo soldado, mas perturbado com o rumo que a guerra tem tomado, cada vez mais progredindo para a extinção da raça humana.

John incentiva Reese, fala para ele ser forte, a hora certa está quase chegando. Enquanto andam pela base, repleta de armas, soldados e pessoas completamente desestabilizadas e destruídas, John expõe a Reese que um plano pode mudar tudo. Um grupo está quase perto da central da SkyNet e ela será eliminada de uma vez por todas.

Entretanto, revela que não será fácil, a SkyNet irá contra-atacar e irá arquitetar um plano para evitar que os humanos cheguem perto de vencer a guerra. “Minha mãe é o alvo”, diz John à Reese, “sem ela, eu não existo, por tanto é o que a SkyNet vai fazer. As máquinas calculam Reese, elas não pensam, para elas é o melhor a ser feito”.

Reese começa a ficar apreensivo sobre a segurança de Sarah Connor. Então, John continua “eu sei disso, pois já aconteceu, e precisa acontecer de novo para que eu continue aqui e, para que nós, vençamos essa batalha”. Reese começa a ficar confuso e John termina “os humanos perdem hoje, mas há uma chance de muda nosso futuro neste presente”.

Explosões são ouvidas, advindas de uma longa distância. “Começou, vamos!”, diz John em alto tom a todos. Ele, Reese e um grande grupo saem da base. “Para onde vamos John?”, pergunta Reese. “Para a máquina que muda tudo”, responde John. A equipe caminha sobre um campo de batalha intenso, com máquinas partindo para a destruição em massa.

Vemos John em plena ação mostrando todo o seu potencial como soldado, provando que ele realmente foi o homem capaz de mudar tudo. Ao chegarem no local onde a máquina está alocada, eles veem um espécime de exterminador sendo enviado sobre uma luz intensa. John grita “CORRAM! Precisamos fazer agora!”.

Enquanto, alguns soldados e especialistas preparam a máquina, John expõe a todos a revelação de que aquele exterminador foi enviado para matar sua mãe no passado. Agora, eles precisam enviar um salvador capaz de protegê-la. Muitos se oferecem, mas Reese se sobrepõe. John sabe que ele que precisa ir, mas mantem isso em segredo e evita escolhe-lo por acaso.

John então levanta um questionamento: “por que você Kyle?”. Então, Reese afirma “se você não pode ir, eu sou o único que a conhece melhor do que todos por aqui, eu vou protegê-la por você John, eu vou conseguir, pois eu sei tudo o que você sabe”. Essa declaração é suficiente para todos entenderem o motivo pelo qual Kyle é o mais qualificado.

Ajustando os últimos preparativos da máquina para realizar outra viagem. John e Reese conversam em particular. “Você tem certeza que pode fazer isso Reese? Não a nada além da vontade de protegê-la por mim?”, diz John. Reese contrapõe dizendo que “não”. Vemos apreensão nos olhos de Reese, e é apresentado um breve flashback com a foto de Sarah evidenciando seu amor por ela.

Pronto para partir, Reese escuta atentamente as especificações para conseguir viajar no tempo e o motivo pelo qual precisaria viajar despido de qualquer coisa. John encerra dando a Reese a frase icônica que ele precisa dizer a Sarah quando encontrá-la, ele pede para que Reese não se esqueça de nenhuma palavra. Reese acena com a cabeça, e o vemos partir.

A trama ainda continua em 2029, no instante que Reese vai embora, uma série de exterminadores invadem o local. John ordena que todos ataquem, se protejam e batam em retirada. Quando John tenta explodir a máquina de uma vez por todas, um exterminador o impede. Um novo exterminador, um T-1000.

Neste momento, John nota o inevitável, ele sabe que a SkyNet percebeu que o primeiro exterminador havia falhado e estava prestes a querer enviar outro. Uma batalha intensa acontece e John ordena que ao menos um exterminador seja desativado e capturado. Os humanos começam perder, vemos T-1000 conseguindo ativar a máquina do tempo, todos batem em retirada.

Dois exterminadores são levados embora pela equipe de John. A SkyNet começa a transferir a máquina para outro lugar. Porém, John ainda está vivo, significa que T-1000 ainda não foi capaz de eliminá-lo. É quando John percebe que enquanto o plano de enviar um exterminador para salvá-lo, ainda criança, estiver em ação, ele estará salvo.

De volta a base, um dos exterminadores capturados é reprogramado para proteger John. Alguns diálogos e explicações são explorados. Até que a resistência descobre a nova localidade da máquina. Eles partem em direção ao local.

Lá existem diversos exterminadores protegendo a máquina. Todos os humanos partem para a maior batalha já vista, e John consegue novamente enviar o exterminador reprogramado e salvar sua vida. Neste instante, um ser desconhecido cai diretamente entre a batalha. É algo diferente. Tudo fica em slow motion.

E agora? Uma narração sob a voz de John aparece enquanto a destruição é exibida, ainda em slow motion: “foi neste instante que eu percebi, até aquele momento, eu estava preso sobre minhas decisões que moldaram o meu passado. O único jeito de mudar o futuro é fazer algo que eu não tenha conhecido, pois o agora, é o nosso presente mais preciso”.

Com a batalha em plano de fundo, vemos John pegando o outro exterminador, um que parecia mais velho em seu tecido humano, reprogramando para algum objetivo, e consegue enviá-lo para o passado. Vemos a cena do ponto de vista do exterminador, a luz o encobrindo e John sendo executado por aquele ser desconhecido.

O ano é 1973. Estaria errado? Não sabemos o porquê. Apenas vemos o velho exterminador em algum lugar em um campo. Não sabemos o que ele procura, o que John fez? O T-800 caminha em direção a uma estrada, para um carro com um só golpe e elimina o humano que estava nele, utilizando suas roupas.

Partindo em direção ao centro da cidade mais próxima, o exterminador se equipa e procura por uma família de sobrenome Connor, mais especificamente por uma menina chamada Sarah Connor. Vemos uma tomada de mais algo chegando, próximo a uma base do exército, que logo se transforma em um humano.

É um T-1000, formado por metal líquido e completamente perigoso. Ele adota as feições e vestimentas de um soltado. Somos levados a outra tomada, há uma família. O pai está conversando com a mãe, vemos então uma garota descer as escadas e caminhar para a cozinha. “Temos pesca para hoje, papai?”, diz a garota. E o pai responde: “claro que temos, pequena Sarah!”.

“Assim que você se arrumar, vamos para o lago e vou te ensinar uma técnica nova que vai te deixar de queixo caído”, concluí. Sarah sobe animada, enquanto os pais voltam a conversar. Somos apresentados as dificuldades da família, os personagens são explorados nos diálogos na casa. Sarah então volta preparada, e o pai a leva para fora. A mãe se despede de ambos.

Após uma breve conversa já no lago, enquanto Sarah aprende a técnica empolgante de seu pai e ergue o peixe capturado, olhando em direção para sua mãe, a casa explode. Sarah solta um grito, o pai a segura, e tenta acalma-la, pede para que ela seja forte e a incentiva para que ela se enconda sem olhar para trás.

Sarah não vê o que está acontecendo, nadando desesperada em direção ao deck do outro lado mais seguro. Um metal líquido consome o pai de Sarah. Explosões ecoam sobre os ouvidos de Sarah. Ao se virar e ver o que está acontecendo, um homem velho com uma arma gigante está se aproximando.

É T-800, ele estende a mão para Sarah e diz que ela estará sempre protegida com ele, ele viverá e morrerá para isso acontecer. Eles caminham para fora daquele lugar, e Sarah está completamente desestabilizada. Uma tomada mostra que o T-1000 não foi completamente destruído.

O resto da trama acompanha a evolução de Sarah, o treinamento que T-800 concede a ela e todo conhecimento que ele sabe é passado para ela. Sarah se transforma em uma soldada assídua, uma máquina. Enquanto T-800, percebe a humanidade de ser um “pai” chamado por Sarah de “papi”.

Há uma inversão de valores, há várias mudanças sendo exploradas em tela através de diálogos e situações envolvendo T-800 e Sarah. O futuro é um limbo. Uma nova linha do tempo será oficialmente criada, se eles impedirem os exterminadores que virão, e T-800 explica tudo que é necessário para Sarah.

Um tempo passa, o ano é 1978, Sarah já está tão “malandra” quanto John era quando adolescente. Ela está muito habilidosa, ainda se preparando para o grande plano. Mas, T-1000 reaparece. Mesmo que T-800 e Sarah tenham fugido para bem longe, T-1000 conseguiu encontrá-los tempos depois.

Fugas e lutas acontecem, até que Sarah consegue atrair o T-1000 para uma armadilha ainda não testada. T-1000 é desintegrado e eliminado. Sarah garante que todos resquícios da existência dele desapareçam completamente, até mesmo os registros policias dos atentados provocados por ele durante a caça por Sarah. Ela e T-800 montam novamente a armadilha para o que virá.

O ano é 1984, somos apresentados a mesma cena, reproduzida identicamente, do primeiro filme. Vemos a chegada do T-800 novo, e a chegada de Kyle Reese. Até o momento, nada mudou. Mas quando o T-800 novo encontra o trio de “punks”, o T-800 velho o surpreende com: “estive esperando muito tempo pela sua chegada”.

Os dois iniciam uma batalha e o novo T-800 é desativado. O velho T-800 entra em um van, e a câmera segue a estrada. Sarah Connor aparece em narrativa: “hoje foi o dia que mudamos um futuro, hoje tudo que “papi” já conheceu não existe mais, o que virá daqui para frente é um mistério, só temos uma missão agora: salvar Kyle Reese”. O longa se encerra com os créditos.

E, então, gostou dessa versão?

Como puderam perceber, a trama trabalha o relacionamento de Sarah e o T-800. Mostra quem é a nova Sarah Connor e evidência que uma linha do tempo alternativa foi criada quando impediram que tudo acontecesse como havia sido planejado. O filme encerra no momento certo.

Tal momento abre espaço para continuação, novas ideias, e cria mais tempo para explorar uma alternativa para responder a pergunta: a SkyNet realmente deixará de existir agora, ou não?

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