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Cinema

Para Sempre Alice, Crítica

5 de junho de 2015, POR

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Para Sempre Alice foi lançado no dia 12 de março de 2015 em território nacional. Rendeu o OSCAR e vários outros prêmios para Julianne Moore. É uma espécie de documentário narrativo sobre a enfermidade do Alzheimer.

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Alice e sua família precisará enfrentar as dificuldades do mau de Alzheimer.

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Alice e sua família precisará enfrentar as dificuldades do mau de Alzheimer.

Alzheimer é um dos grandes males da humanidade. A doença não tem cura, e é progressiva, entretanto é possível controlá-la. O mau de Alzheimer atinge principalmente aos idosos. Os sintomas são apresentados através de demência ou perda de funções cognitivas básicas e essenciais.

Alois Alzheimer foi o primeiro a descobrir sobre a doença em 1906. Ele estudou uma paciência em observação durante quatro anos, anotando seus sintomas e comportamentos. Após o falecimento da paciente, Dr. Alzheimer examinou o seu cérebro e permitiu dar detalhes substanciais para as características da doença, sendo possível, dessa forma, diagnosticar a doença através da tomografia, atualmente.

A doença de Alzheimer não é nada fácil. Lidar com os enfermos é um processo complicado e muito dolorido para ambas as partes. Este é o principal objetivo apontado em Para Sempre Alice, explorar o ambiente que afligente famílias em todo mundo.

O longa é baseado no romance homônimo escrito por Lisa Genova. Conhecemos a história de Alice Howland – interpretada pela brilhante Julianne Moore – uma mulher inteligente e linguista de sucesso. Aos poucos, Alice começa a enfrentar dificuldades para se lembrar de palavras e fica perdida pelas ruas de Nova York.

Até que ela é diagnosticada com Alzheimer. Situada em uma família típica nova-iorquina, as dificuldades começam a aparecer e a doença acaba colocando em prova todo o ambiente familiar e a força entre os membros. A história prova que nem mesmo as pessoas mais renomadas estão livres de enfrentar grandes dificuldades.

Para Sempre Alice tem o sútil tom de narrar uma história em uma espécie de “documentário narrativo” que acompanha a evolução progressiva da doença e o comportamento de todos ao redor de Alice. É um filme simples, convencional, direto e narrativo. Existe para cumprir a missão de apresentar o transtorno de Alzheimer ao espectador, colocando-o dentro das relações familiares.

Embora não tenha a majestosa identidade de grandes produções cinematográficas, Para Sempre Alice é uma bela história e não decepciona. O destaque do longa vai todo para Julianne Moore, que ganhou mais de trinta prêmios por sua atuação. Sendo o foco da narrativa, Moore mostra todo o seu potencial, seu trabalho é praticamente impecável.

Julianne Moore traz em Para Sempre Alice toda a realidade sobre Alzheimer permitindo que o espectador esteja atendo as dificuldades, frustrações e desconfortos que o enfermo começa a sentir e, muitas das vezes, a família não consegue compreender.

Moore se consagrou neste filme. Mas, ainda sim, a tríade do elenco – Kristen Stewart, Kate Bosworth e Alec Baldwin – leva o longa naturalmente, sem grandes problemas. Kristen consegue sair um pouco da sua características dos outros filmes e acaba se comunicando com o personagem em alguns momentos, mas nada de grande destaque o mesmo para Kate e Baldwin.

O interessante sobre a obra é o seu final, consegue ser frustrante e brilhante ao mesmo tempo. Enquanto aquele sentimento de frustração predomina por você necessitar que tenha um fim, que o quadro mude, que algo aconteça, é brilhante pois tenta transmitir a mesma sensação que há a cada dia que se enfrenta a doença. Não há um amanhã.

Para Sempre Alice é um filme para todos, principalmente para aqueles que não compreendem as dificuldades de idosos que, infelizmente, ainda precisam enfrentar a doença. É uma excelente experiência sentimentalista e, para os aventureiros, o livro é ainda mais envolvente.

Para Sempre Alice, Crítica
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