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Cinema

Liga da Justiça: Deuses e Monstros, Crítica

26 de agosto de 2015, POR

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Liga da Justiça: Deuses e Monstros é a mais nova animação da Warner/DC. Assim como todas as outras, a Warner Animation tem um cuidado especial na produção de seus longas animados. Veja a crítica!

© Material de divulgação passível de direitos autorais.

Liga da Justiça: Deuses e Monstros apresenta um universo alternativo com personagens completamente interessantes.

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Liga da Justiça: Deuses e Monstros apresenta um universo alternativo com personagens completamente interessantes.

Essa animação é dirigida por Sam Liu, o mesmo responsável por Batman: Ano Um, Grandes Astros: Superman, Liga da Justiça: Crise em Duas Terras e muitos outras. A história é elaborada por Bruce Timm e quem assina o roteiro é Alan Burnett, ambos conhecidos por atuar nas animações DC.

Com todos esses nomes na produção do longa já era esperado que Liga da Justiça: Deuses e Monstros não decepcionasse. Uma das primeiras coisas que é preciso saber sobre o longa: não é uma história sobre a Liga da Justiça que conhecemos. Nada de Clark Kent, Bruce Wayne ou a querida Princesa Diana. A animação apresenta a história de uma Liga da Justiça presente em um dos universos alternativos da DC. O principal objetivo do enredo, assim como de cada universo alternativo, é criar questões como “e se fosse diferente?!”.

O espectador é então apresentado a um novo Superman, de nome Hernan Guerra, também último filho de Krypton porém carregando o código genético do temido General Zod. Hernan chega a Terra e então é adotado por humildes imigrantes mexicanos. Já Batman é Kirk Langstrom, um brilhante cientista que parte na busca da cura para seu câncer, mas algo sai errado e ele se transforma em uma espécia de Vampiro. Por fim, Mulher-Maravilha é Bekka, uma guerreira que tem sua origem situada em um lugar bem bem distante.

O plot principal do enredo mostra o comportamento duvidoso da “nova” Liga da Justiça e seus relacionamentos com a sociedade. Os heróis são mais violentos e usam métodos cruéis em nome da justiça, até que um grupo de cientistas famosos começam a ser assassinados. Todas as pistas apontam para a Liga da Justiça como a principal responsável. O que acontece a seguir? O governo e a sociedade cobram satisfações dois heróis e as coisas ficam feias.

Timm e Burnett elaboram uma trama brilhante que apresenta questionamentos sobre os poderes dos grandes heróis diante uma sociedade tão frágil. Não chega a ser uma grande novidade, mas os personagens são envolventes. A forma como os fatos são apresentados fazem o próprio espectador acreditar que tal Liga da Justiça está mais para uma Liga da Injustiça. Cada personagem tem o tempo ideal em cena, apresentando-os com uma profundidade que só uma animação DC poderia fazer. Sendo este, alias, o ponto forte da animação. Pra completar a execução de Liu é semelhante aos demais longas animados, fazendo o espectador se sentir em casa.

Liga da Justiça: Deuses e Monstros tem a duração média de qualquer outra animação semelhante, mas haveria espaço para mais. O desenvolvimento dos personagens garantiria, sem nenhum esforço, vários minutos a mais e garantiriam que a trama não ficasse espremida em alguns momentos. Como, por exemplo, em seu próprio fim que tem o seu ritmo um pouco mais acelerado. Ainda sim, consegue cumprir a sensação de realizar um ótimo trabalho entretendo todos os espectadores.

Talvez um dos pontos fracos do filme seja a dublagem em português. Embora o excelente trabalho de Guilherme BriggsDuda RibeiroPriscila Amorim, sejam inabalável e bem executado, é desconfortante ver as vozes dos seus heróis preferidos em personagens tão distintos e intensos. Na versão em inglês, outros dubladores foram chamados para representar a tríade garantindo uma personalidade diferente, o mesmo deveria ter acontecido com a versão brasileira.

Por fim, Liga da Justiça: Deuses e Monstros é mais do que uma animação, é uma grande obra bem executada. A todos os fãs da DC, e aos não tão fãs assim, vale a experiência de assistir e ser apresentado a um ponto de vista diferente sobre os heróis que mais amamos. Como já disse, embora não seja uma novidade tão grande assim, os questionamentos propiciados pela animação são intensos.

Liga da Justiça: Deuses e Monstros
4.8

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