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Opiniões

Star Wars e a Princesa Leia

5 de novembro de 2015, POR

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Nas décadas de 70 e 80, a Princesa Leia foi uma personagem que marcou presença nos sonhos de muitos nerds. Durante os três últimos episódios da saga – IV, V e VI, Leia foi retratada como uma personagem forte que lutava como líder da rebelião. Nesse contexto, Carrie Fisher representou uma mulher astuta, independente, guerreira, inteligente e forte o bastante para a liderança da Aliança Rebelde. Nesse meio tempo de história, eis que durante o Episódio VI, a Princesa Leia foi retratada, brevemente, com uma escrava.

O assunto sobre o traje de escrava voltou à tona recentemente aproveitando o gás para o novo filme, Star Wars VII: O Despertar da Força, que estreia em dezembro. Carrie Fisher levantou essa questão enquanto conversava com a nova protagonista feminina, Daisy Ridley. Fisher fez um apelo para que Ridley não abandonasse JAMAIS a sua imagem de protagonista feminina complexa e forte para se submeter a transformação em um símbolo sexual. Nas palavras da própria Princesa Leia:

Lute pela sua roupa! Não se vista de escrava! Continue lutando contra a roupa de escrava. Fonte: Adoro Cinema.

Alguns dias depois, aproximadamente dia 3 de novembro, o site Making Star Wars declarou sobre alguns rumores de que a Disney estaria planejando aposentar qualquer tipo de merchandising da Escrava Leia e seu clássico biquíni dourado. A informação ganhou foram quando o desenhista J. Scott Campbell, capista das HQs de Star Wars dentro da Marvel Comics, fez a seguinte declaração em sua página no Facebook:

Daisy Ridley não vai precisar lutar contra nada. A Disney já está eliminando a roupa de “escrava” de seus produtos futuros. Você não vai ver nunca mais um merchandising com a roupa de escrava. Confie em mim. Eu ouvi isso de duas fontes. E nós nem podemos desenhar Leia numa pose sensual na Marvel, quanto mais de biquíni! Também tivemos uma estatueta de Escreva Leia proibida numa grande fabricante, porque ela deixará de existir no merchandising [de Star Wars].

E, caros leitores, como a internet é um gatilho de pólvora. Já surgiram inúmeros comentários a respeito do posicionamento da Disney. Comentários defendendo a imagem da Escrava Leia; comentários defendendo a postura da Disney; comentários misturando o tema a outros temas completamente desconexos; E por aí vai… uma série de pessoas da cultura nerd promovendo uma discussão que não chegou a lugar algum.

Porém, por envolver um assunto delicado e complexo, eu não poderia deixar de transparecer minha opinião e visão acerca do tema – ficando claro o uso da palavra “minha” e também a necessidade de leitura até a última palavra antes de promover o ritual de comentários agressivos. Eu que sou, declaradamente, um apoiador da forte postura e presença feminina através do reconhecimento igualitário fomentado pelo feminismo como você pode ver aqui, vou analisar a questão do ponto de vista coeso, eu prometo.

© Material de divulgação passível de direitos autorais.

Embora, a "Escrava Leia" tem perfeitamente sido encaixada dentro do roteiro do filme. A imagem que o marketing de Star Wars transmitiu sobre Leia começou a ser voltada mais para o apelo sexual do que para a imagem forte que a personagem havia construído. E é sobre isso que a Disney rebateu com seus vetos.

® Relate qualquer abuso de Uso Indevido de Imagem clicando aqui.

Embora, a “Escrava Leia” tenha perfeitamente sido encaixada dentro do roteiro do filme. A imagem que o marketing de Star Wars transmitiu sobre Leia começou a ser voltada mais para o apelo sexual do que para a imagem forte que a personagem havia construído. E é sobre isso que a Disney rebateu com seus vetos.

A Escrava Leia dentro do contexto da história

A trilogia clássica da saga Star Wars tem aproximadamente 6 horas e alguns minutos. Durante todas essas horas de construção da trama, separadas entre os Episódios IV, V e VI, a Princesa Leia nasceu de um ideal feminista interessante. Não era possível notar diferença de importância, ou até mesmo força, entre a personagem Leia e os demais protagonistas homens como Luke e Han Solo – é sobre isso que se trata feminismo também, a igualdade de representação. Como já expus logo ao começo da matéria, Leia era uma personagem independente, forte, inteligente e a principal líder da Aliança Rebelde.

Do ponto de vista rumo ao processo, a personagem foi um avanço na construção do ideal retrato da mulher nas décadas de 70 e 80. A personagem foi importante para se conectar com um público feminino e, também, mostrar a força a esse grupo que a mulher tem dentro de um campo de batalha. Como todo personagem, existem N situações que podem acontecer durante a trama. E como atores e atrizes, é necessário encarar o personagem e vivenciar esses eventos que não necessariamente remetem a qualquer tipo de ideia exclusiva.

Foi o que aconteceu com Carrie Fisher no Episódio VI. A Princesa Leia precisava resgatar o Han Solo, preso em Tatooine nos aposentos de Jabba the Hutt. Era uma missão de resgate tanto quanto qualquer outra. Por caso do destino Jabba, the Hutt, havia eliminado a sua última escrava. Afinal ele era o grande vilão, repulsivo, nojento e asqueroso. Quando Leia e Han Solo são descobertos por Jabba, ele tem a ideia de transformá-la em sua nova escrava, um cargo até então que estava vazio.

O enredo não se afasta, em nenhum momento, do ideal feminista. Há uma protagonista bem representada, e também há a representação da “massa nojenta”, através de Jabba the Hutt, que transforma a mulher em seu objeto sexual particular. Leia se liberta, e ainda estrangula o seu, até então, agressor. Ao meu ver, a cena foi apenas um processo que se encaixou dentro da história e não fez uma exposição ou exploração gratuita – sem justificativa – da mulher. Mas… houveram erros sim…

O marketing foi o grande vilão

Por “maracutaia” do destino, a cena que não se qualificava como um denegrimento claro da mulher, foi utilizada pelo marketing como um processo de apelação sexual ao público. A forma como o estúdio, o marketing e os responsáveis, divulgaram a imagem da Princesa Leia esqueceu completamente o contexto da história e visou apenas passar a personagem como um símbolo sexual na intensão de incentivar a maior visibilidade para o Episódio VI.

A maior prova disso são os ensaios realizados com a Princesa Leia nas revistas. Não que haja problemas, ensaios com mulheres, tal como com homens, são produzidos há muitos e muitos anos. E, inclusive, vários ensaios visam trabalhar em explorar a imagem além da sexualidade – mas isso é assunto para outra questão. Por uma estratégia de marketing, os ensaios com a Princesa Leia tiveram o objetivo claro em transformá-la no ideal sexual rodeada por homens – não adianta refutar. Nisso o marketing errou feio…

O posicionamento da Disney

A Disney passou por situações conturbadas esse ano com a estreia de Vingadores: A Era de Ultron e a personagem da Viúva Negra. Talvez por esse motivo, já quis tomar a frente diante as afirmações de Carrie Fisher e fez o que também seria óbvio, dentro de uma estratégia de marketing: visou banir a imagem da Leia como divulgação sexual. Veja bem, a Disney não excluiu a importância da cena, a Disney não tomou no mérito da cena, a Disney apenas começou a vetar materiais que passassem a imagem da Leia como apenas escrava ou um artifício sensual e sexual para a trama. E, sinceramente, não vejo motivos para tanto burburinho.

A mensagem que fica

Não é vitimismo – ultimamente, estou com raiva absoluta dessa palavra, não é femismo – femismo mesmo, não é “politicamente correto”, não é apelação, não é nada disso. Existem personagens que fazem papel fragilizado, existem personagens que fazem papel de presença, existem personagens que transmitem uma visão mais sensual e sexual, existem inúmeros tipos de personagens. Personagens são personagens e arte da representação é sobre isso. Algumas representações são completamente equivocadas, outras fogem disso.

Carrie Fisher interpretou uma personagem forte que precisou lidar com as ações do Jabba. O marketing decidiu esquecer o propósito forte da personagem e promovê-la como a escrava, sex symbol de Star Wars. E a Disney, para se alinhar ao novo público, quer reverter a imagem da Leia apenas como o sex symbol e levá-la novamente ao que ela é: a líder da Aliança Rebelde que não precisa sensualizar para tanto. É sobre isso que se trata a Princesa Leia. O “Q” da questão não está no fato dela ter usado biquíni, está no fato de transmitirem, na divulgação do filme, essa como a principal imagem da Leia no Episódio VI.

© Material de divulgação passível de direitos autorais.

A imagem da Princesa Leia sempre foi retratar uma personagem forte, contradizer essa imagem é deturpar o potencial que a personagem sempre teve nas telas do cinema e isso foi erro apenas do marketing.

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A imagem da Princesa Leia sempre foi retratar uma personagem forte, contradizer essa imagem é deturpar o potencial que a personagem sempre teve nas telas do cinema e isso foi erro apenas do marketing.

O filme não passou a imagem de sensualização, Jabba exigiu isso de Leia e Leia conseguiu se erguer e sair dessa. O master chef do problema foi o marketing que incorporou a imagem de escrava ao ideal de Leia como apelo sexual nas mensagens de divulgação do filme, sendo ele… o grande vilão da história! Espero que agora tudo tenha ficado mais claro.

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  • Prometeu argumentação coesa. Mas coesão e feminismo não combinam, meu jovem padawan. O feminismo é vitimista e politicamente correto sim, Basta estudar suas origens ligadas ao marxismo, a teoria crítica e mais ainda a ESCOLA DE FRANKFURT. Essa visão esquerdista e “igualitária” está estragando coisas demais no mundo. É um poço de incoerência e falta de noção da natureza humana. Não tenho nada contra você, mas tudo contra o feminismo, que nada mais é do que desculpa para gerar desavença entre as pessoas, que o socialismo sempre quis. Homens contra mulheres, negros contra brancos, pobres contra ricos, homossexuais contra heterossexuais, etc… Não seja usado pelos poderosos, se informe, e saia dessa de defender o feminismo.

  • Eu sou uma pessoa informada, e eu sugiro que você também seja. Algumas pessoas pregam teorias igualitárias deturpando as suas questões filosóficas. É muito comum, e ao que percebo é o que seu posicionamento transparece, que o feminismo seja confundido com o femismo. A questão da igualdade também é um conceito que pouquíssimas pessoas conseguem entender. O ideal da igualdade NÃO É promover a guerra entre gêneros, entre classes, entre raças ou o que for. O ideal da igualdade também NÃO É impedir que alguém possa conquistar mais do que outros. O ideal da igualdade É dar condições a qualquer ser humano, independente de qualquer N condições que influenciem um julgamento. Para simplificar a você e aos mesmos que tenham essa dúvida, a igualdade é como se todos fossem olhados sobre a condições de ossos humanos, onde todo e qualquer estrutura óssea tem as mesmas condições. Aplicar esse conceito na sociedade é o mesmo que dizer que sejam homens, mulheres, negros, brancos, ricos, pobres, homossexuais ou heterossexuais, cada ser humano terá a possibilidade de ter acesso a mesma coisa e o mesmo reconhecimento quando alcançar determinado status dentro da sociedade. Quando esse acesso e reconhecimento são barrados por demais seres viventes, com base em um julgamento ocasionado por diferenças seja “por ser mulher, por ser negro, por ser pobre, por ser homossexual” então o princípio de igualdade está sendo violado, eis que surge a necessidade de movimentos que defendam esse grupo e promovam a bandeira que de eles existem, e não são diferentes dos demais da sociedade seja no trabalho, na escola ou dentro de casa, e não merecem ser reconhecidos como diferente, seja melhores ou piores que o demais. A sociedade não respeita isso, então é necessário criar benefícios para que esses grupos consigam ultrapassar os julgamentos e conseguir, a muito custo, ter um reconhecimento tão igual quanto os demais. É bom ficar atento a isso jovem Padawan, você tem muito aprender sobre esse assunto, assim como eu :) acredito que falta sim estudo e informação, que pessoas que utilizam termos como “vitimismo” e “politicamente correto”. É uma questão de bom senso e percepção da sociedade. Hoje em dia está comum jogar tudo para o lado “esquerdita”, pessoas que não entendem sobre política falando sobre política resulta em dezenas e mais dezenas de conteúdo dissipado nas redes sociais que se equivocam completamente da realidade. Sempre haverá um grupo que sofre mais preconceito do que outro, e a igualdade atuar na sociedade de forma fazer com esse grupo se sobressaída para que os demais cidadãos o reconheçam como iguais a qualquer outro. Quando não houver preconceitos, deturpação de imagem e fragilidade de grupos, então esses movimentos não serão mais necessários. Eu também sugiro que leia mais sobre o Marxismo, sendo capaz de relacionar o quanto o “esquerdismo” pregado hoje, se distancia dos ideais pregados pelas teorias. Em um mundo perfeito, todos seriam capazes de ter a sensatez de estudar, interpretar e colocar o bom senso em ação. Sou o tipo de pessoa que desacredita na política, mas acredito no bom senso. E ao ter o bom senso, você percebe que é preciso lutar por elos fracos para uma sociedade rumo ao verdadeiro progresso. A igualdade não é exclusão, mas sim justiça enquanto a sociedade insistir em recriminar certos grupos. Nesse contexto, surge a equidade onde é preciso tratar diferente os diferentes para que seja possível garantir um tratamento de igualdade. Do mais, não vejo a necessidade de levantar esse ponto no comentário, pois se você foi capaz de ler a matéria na integra percebeu que não existiu um erro dentro da imagem da Leia no contexto do filme, mas sim na forma como essa imagem foi divulgada. E é sobre isso que o texto fala.

  • Não é una questão de opinião. Não se deve tentar reescrever a história.
    Todas as linhas marxistas como feminismo e igualitarismo já foram
    refutadas. Ser informado não significa saber tudo. Seja mais humilde e
    responda com base no assunto.

    As pessoas não querem as mesmas
    coisas. Não adianta ter boas intenções. Quem é qualificado a ponto
    “defender os fracos”? O Estado? Não.

    Quem melhor defende seus
    direitos é você mesmo. Temos que parara com esse coletivismo no qual o
    politicamente correto está inserido, entre eles o feminismo.

    É momento de entender a importância da liberdade individual.

    Essa falácia do esquerdismo de hoje se distanciar de Marx também já foi
    refutada faz tempo. Marx falhou em tudo o que disse e foi refutado a
    mais de 100 anos. Estude sobre a ESCOLHA AUSTRÍACA DE ECONOMIA, e verá
    que o que estou falando não é minha opinião e sim pura ciência. Eu sou
    profundo estudioso do assunto e posso te dizer que o Marxismo e o
    Gramiscismo estão no coração da nova esquerda mundial.

    Esqueça o
    bom senso pois as pessoas não tem e relativizam isso também. Temos que
    ter é liberdade (desde que não agrida ninguém).

  • E com a tese de individualismo todo o conceito de sociedade e vivência em grupo vai para o buraco. Uma sociedade onde grupos não se juntam para lutar por direitos em comum, é uma sociedade que não faz sentido. Também seja humilde em compreender a existência de inúmeras teses e teorias que divergem da sua. A verdade absoluta ninguém sabe. Como eu já disse antes “você e eu temos ainda MUITO a aprender sobre esse assunto”. Apenas, em minha opinião, considero forçar a barra voltar tudo para o lado esquerdista antes de entender um movimento ou ter o bom senso de entender a mensagem. Seria interessante rever a história e o quanto movimentos de grupos fizeram a diferença em lutar por interesses coletivos. A força de vários sobressai a força individual. O próprio argumento “desde que ninguém agrida ninguém” já ressalta a importância do agrupamento de indivíduos com o mesmo próprio afim de evitar essa agressão propagada de infinitas formas. Como você disse, é importante pautar a liberdade individual. Então seguindo sua própria ideia, tenho a minha opinião e eu tenho a minha, a sua não invalida a minha e a minha não invalida a sua. E é simples assim, e convenhamos isso não tem nada a ver com o tema debatido no artigo. Se todos tiverem a liberdade extremista e um posicionamento exacerbado, sempre irá faltar a segurança e o resguardo de direitos. É importante o equilíbrio, os movimentos precisam se sobressair para tanto. Aí que se encontra a importância da coesão e do bom senso.

  • fazaol

    Aqui é a fila pra falar do bikini da princesa Lea?
    E errado querer comprar um de presente pra patroa? Agora é errado chamar de patroa?
    Elas ainda podem chamar a gente de traste ne…
    Caras, somos Irmaos nerds. Gostamos de coisas legais…
    Se a disney vai barrar ou nao, deixa rolar. Ja aconteceu e todos curtiram, ate a carrie fisher deve ter gostado na epoca. Os tempos mudaram…
    Li em algum canto que ela, na epoca, pediu uma roupa que nao parecesse tao fechada… Mas isso pode ser boato.
    Vamos la.. Apertar as maos e nao criar uma discursão.
    Vida longa e próspera.

  • Muito legal o texto, mas eu acho que o bikini não vai mais ser necesário para a ex-princesa que agora é General Leia como você pode ver no meu texto sobre os segredos que JJ Abrams revelou! http://galaxianerd.com.br/novidades/curiosidades/star-wars-o-despertar-da-forca-saiba-mais-sobre-a-nova-estrela-da-morte-leia-e-o-lider-supremo-snoke/

  • Erika Kelly Cardoso

    Adorei o texto! Concordo com você as personagens femininas são fortes e independentes! Foi algo de marketing na minha opinião!

  • Henry Nunes

    Seilá, não foram as mulheres que lutaram pelo direito de usar bikini???
    A humanidade gosta de andar em círculos, daqui a uma geração vai surgir um movimento radical pelos direitos das personagens femininas serem retratadas em trajes menores, ai na proxima geração vai surgir um movimento criticando isso e por ai vai XD

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