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Opiniões

O que aconteceu no final de The OA?

22 de dezembro de 2016, POR

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The OA, a série original da Netflix, estreou no dia 16 de dezembro de 2016, torna-se capaz de provocar muitos sentimentos ao espectador – como já exposto na minha opinática que você pode ver clicando aqui. Agora iremos junto embargar na trama em uma tentativa de captar todas as nuances, procurando as respostas para o oitavo episódio.

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A série cativa pelo mistério e conquista pelo relacionamento entre o núcleo principal de protagonistas.

Caminhando pela Trama

Antes de partimos para o final, precisamos mergulhar a fundo na história narrada por OA, caminhando passo a passo. Obviamente, se você lembra completamente de todos os detalhes da trama, fique a vontade para pular para “o mistério final” logo mais abaixo nesse artigo.

Em suas narrativas, OA, também chamada de Prairie Johnson e interpretada por Brit Marling, começa dizendo que nasceu na Rússia, no ano de 1987, vivendo em uma oligarquia rodeada por famílias poderosas. Ainda criança, ela sofria de pesadelos repentinos no qual estava presa em uma espécie de “aquário”. Embora não fosse capaz de traduzir as imagens, sentia dor e, toda vez que esse episódio ocorria, seu nariz sangrava. Em uma tentativa de ajudá-la seu pai, Roman Azarov interpretado por Nikolai Nikolaeff, a leva para um lago congelado, mostrando ali a verdadeira coragem – criando um marco na vida de OA e selando a intensa relação com seu pai. Funcionou, OA parou de ter os pesadelos uma vez que não os temia mais.

Mais a frente na história, enquanto ia à escola dentro de uma van especial, junto com as outras crianças das famílias ricas. Um ataque aconteceu, orquestrado pela organização criminosa Voi – cujo objetivo era mandar um recado aos poderosos que nem todo poder seria suficiente para salvar suas queridas crianças. Nesse instante, OA percebe que seus “pesadelos” eram na verdade premonições. Sentindo como se estivesse preparada para escapar, ela fracassa. Todas as crianças morrem.

Eis o momento que OA acorda em um lugar desconhecido e encontra uma mulher chamada Khatun, interpretada por Hiam Abbass, que já estava a sua espera e a acolheu. Após um breve dialogo, Khatun explica que OA pode ficar ou voltar, mas sua volta significaria muita dor, embora ela fosse encontrar seu amor verdadeiro… isso lhe custaria a sua visão para que ela não fosse capaz de ver todo seu sofrimento. OA escolhe voltar à Terra. Quando seu pai a encontra na margem do lago OA já está cega e, em uma tentativa de protegê-la para que os Voi não saibam que ela ainda vive, ele a envia à América para viver com sua tia. É o momento que OA está vivendo bem, em uma escola para pessoas especiais, tal como é o primeiro sinal de que há algo diferente: como a angelical habilidade de OA em tocar violino.

Até que OA recebe a notícia de que seu pai havia falecido, transformando completamente a sua vida. Vivendo sob péssimas condições com sua tia, OA é encontrada e adotada por seus, futuros, pais adotivos: Nancy, interpretada por Alice Krige, e Abel, interpretado por Scott Wilson. Mas, ela ainda continua com sua premonições e um sonambulismo que a induzia sobre a necessidade de partir para algum lugar – pela forma como arrumava as suas malas. Nancy e Abel, sem saberem como ajudar, a levam para um médico e acabam medicando OA pelos próximo 13 anos.

Mesmo dopada, haviam momentos em que os sonhos ficavam mais claros. OA passou a interpretá-los como uma mensagem de seu pai, dizendo que ainda estava vivo e precisaria se encontrar com ela na Estátua da Liberdade. Assim que completou 21 anos, OA decide fugir, indo para a cidade de Nova York, com o objetivo de entender a mensagem, consequentemente, encontrando-se com seu pai. Mas, ela não o encontrou. Desiludida, OA adota como alternativa que “se ela não possa vê-lo, talvez ele possa ouvi-lá”. Ao tocar de forma angelical, ela é encontrada pelo doutor Hunter Alousius Percy, ou Hap.

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A relação entre Hap e OA é essencial à trama. Ele, que começa a se apaixonar por ela, começa a demonstrar cada vez mais sinais de seu ciúmes e possessão. Talvez, ele venha a ser um problema para OA na outra dimensão.

Hap, que conduzia um estudo sobre as experiência quase-morte – chamadas de IQMs pela série, convenceu OA a participar do programa de estudo voluntariamente. OA precisava de respostas, então aceitou sem receio. Em um dos momentos mais tenso da série, assim que OA entra na casa de Hap, através de sua adição, percebe que não há mais volta e, talvez, nunca mais sairá de lá viva. Trancada em uma cela subterrânea, OA passa a conviver com outros “objetos de teste”.

Ganhando a confiança de Hap, OA conquista cada vez mais espaço na vida de Hap e passa a bolar um plano com seus novos amigos para escapar ou, pelo menos, saber onde eles estão. Em uma das tentativas OA encontra o anel de Homer, interpretado por Emory Cohen, tal como um envelope de carta, mas a tentativa é frustrada ao perderem a carta. A oportunidade chega e OA tenta escapar, sozinha, recebendo como consequência um golpe na cabeça. Em outra IQM, OA viaja novamente para aquele mesmo lugar que havia ido pela primeira vez e reencontra Kathun, descobrindo que todos são como anjos. Como da outra vez, OA teve uma escolha e decidiu voltar. Mas um presente lhe foi dado, sua visão foi restaurada. OA foi instruída a engolir um passarinho e podia senti-lo como uma semente – lembre-se disso, pois falaremos mais a frente ao tentar entender o final.

Ao acordar, OA percebe que tem dentro de si movimentos intensos prontos para sempre libertados. E instruí os demais a fazerem os mesmos em suas IQM. Mas, para isso, era preciso que cada um estivesse consciente no momento em que Hap fizesse as suas experiências. Após anos de treino, Homer atinge o objetivo e consegue engolir um peixe, acordando com a mesma sensação que OA. Tudo fica claro para o grupo no momento em que os movimentos parecem se encaixar, quando percebem que precisam dos cinco movimentos.

Parcialmente desacreditados, certo dia Hap decide levar Scott para o experimento, que acaba sendo brutalmente assassinado por um descuido de Hap como fruto de sua paixão por OA. Ao ver seu amigo morto e ensanguentado, OA e Homer começam a fazer os movimentos e conseguem trazer Scott a vida, que traz consigo seu movimento. Depois de conseguirem os quatro movimentos, nenhum movimento começa mais a ser enviado preocupando OA e testando a fé de todos.

Porém o inesperado acontece e, durante seu último dia na casa de Hap, OA e Homer recebem da mulher do Xerife o quinto movimento que faltada. Hap que observava tudo, também recebeu o último movimento, onde logo em seguida matou o Xerife e sua esposa, tal como forçou OA a ir embora deixando-a ao lado de uma estrada desconhecida com suas últimas palavras de que ele e os outros iriam agora viajar à outra dimensão para que ela nunca mais pudesse os encontrar.

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OA, ou Prairie, nos primeiros episódios aparece completamente perturbada sendo taxada como “maluca”, talvez com o objetivo de insinuar para o espectador que tudo pode não passar de uma loucura.

Aqui é o ponto onde a série começa, no primeiro episódio, com OA desesperada entrando encontrar um caminho para Homer e seus amigos. Saltando de uma ponte, talvez por acreditar que pudesse ter um outra IQM, OA acorda em um hospital. Lá OA descobre que seu salto, da forma como foi, não seria suficiente para “matá-la”. Seus pais adotivos, que não a viam faz sete anos, a reencontram e a levam para casa.

Ao chegar em casa, OA parece confusa e perturbada, duvidando da veracidade de tudo que havia vivido, fazendo coisas nada convencionais como: filmar sua casinha em miniatura como se estivesse alguém por lá, tentar se comunicar através da câmera com Homer. Mas, o maior objetivo de OA é saber mais sobre Homer. Necessitando de internet, OA conhece Steve, interpretado por Patrick Gibson, que a acaba ajudando. Em uma série de coincidências e circunstâncias, OA convence cinco pessoas, através de um vídeo de apelo gravado, a encontrá-la em uma casa abandonada, instruindo-os a deixarem suas portas abertas ao partir.

É o momento que o núcleo principal se forma – Jesse, Steve, Buck, Afonso e a professora Betty Broderick-Allen (chamada por eles de BBA) – seguindo dali em diante. Toda noite OA conta a eles sobre sua história, a mesma descrita nos parágrafos acima, convencendo-os cada dia mais sobre sua verdade e sobre a realidade alternativa à qual ela havia viajado. Enquanto se encontra com eles a noite, durante o dia OA decide participar de sessões de terapia no FBI, com um homem chamado Elias Rahim, interpretado por Riz Ahmed.

Não fica claro exatamente sobre o que OA conversa com Elias. Se ela realmente conta toda a verdade sobre tudo a ele. Mas OA lhe diz sobre a sua missão que está por vir e as premonições que estão retornando. No episódio sete é quando vivenciamos outra premonição de OA, em um lugar repleto de vidros, movimentado e com som metálico de louças. Elias a aconselha se deixar levar por sua premonição, fazendo diferente do que já havia feito, apoiando OA de uma forma até desconfiável, inclusive em frente ao seus pais.

Em paralelo, o grupo de amigos de OA treinam os cinco movimentos e na última noite, quando a história de OA encerra, os pais dos quatro adolescentes veem OA segurando uma faca, dramatizando alguma experiência perturbadora, e interrompem a reunião. Aqui é o momento em que para os pais, tal cena é um absurdo – isso é sustentado, principalmente, pois ao longo da série a vizinhança já vinha sendo mostrada como “conservadora” e adversa a uma maluca como OA. Após isso, Afonso promete a família de OA que encontrará a verdade e irá provar que OA estava certa.

Os pais de OA decidem, por tanto, que é melhor a todos irem embora por um tempo. Chegando ao hotel, OA decide contar a eles sobre o que realmente aconteceu – embora, não fique claro que parte da verdade ela tenha contado. Enquanto OA e seus pais estavam fora de casa, Afonso decide ir até sua casa para encontrar alguma pista sobre o passado dela que possa ajudar em suas pesquisas. Chegando lá, para sua surpresa, Afonso não encontra somente a caixa do violino de OA, como se ele nunca tivesse saído de lá, mas encontra alguns livros referindo-se a Oligarquia Russa, IQM, Anjos e a cópia da “Odisseia” de “Homero”. Fazendo ao acreditar que tudo não passou de um delírio de OA, onde em um choque de realidade ele se vê como o Homer. Tudo é sustentando pelo agente do FBI, Elias, que encontra Afonso na casa de OA.

No último episódio, a série salta um pouco no tempo, talvez em algumas semanas, onde percebemos que OA está sendo medicada novamente e seu grupo de amigos está completamente separados. Momento em que parece que cada um seguiu com sua própria vida. O clímax final da primeira temporada chega de forma inesperada, quando vemos um homem armado se aproximando da área de recreação abrindo fogo. Como em um instinto, BBA volta para salvar seus alunos e OA sente o que está prestes acontecer, caminhando de forma desesperada à escola.

Em um momento envolvente, talvez um dos melhores da série, todos os cinco começam a fazer os movimentos que OA os ensinou, fazendo com que o atirador fique imóvel. No momento certo, um dos cozinheiros – não sei bem ao certo o que ele era – tira proveito da distração do atirador e tenta contê-lo por trás, instante em que a arma dispara. Então é mostrado que OA foi diretamente baleada no peito quando o atirador havia sido atacado.

Na cena final da série, OA está sendo levada por uma ambulância. Ela olha para seus amigos e diz “conseguiram, não estão vendo? Eu tenho a vontade! Não estão sentindo?”, momento em que Steve ouve um barulho, como se algo voasse para além daquele lugar e diz que “está acontecendo” correndo atrás da ambulância, pedindo para que OA leve-o com ela. Nos segundos finais, tudo fica preto e ressurge com OA dizendo “Homer?”.

O misterioso final

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A última cena de The OA é incrível, através de uma combinação de sons e movimentos prende o espectador durante sua execução.

Após esse final, tantas dúvidas são capazes de ficar no ar. Mas tudo dependerá da forma como cada um enxerga OA e a sua história. Como espectador você pode ou não acreditar em OA, pode ou não aceitar que tudo é apenas uma loucura da cabeça dela. Por tanto, vamos as hipóteses:

#1 OA estava certa o tempo todo

Ao acreditar em OA, podemos levar todo esse processo como uma preparação, mesmo que inconsciente, para o mal que estava por vir – o tiroteio na escola, onde ela como um anjo, deveria cumprir sua missão em salvar a escola. Embora não soubesse qual seria sua missão, OA precisava preparar cinco pessoas para que isso pudesse ser enfrentado e assim o fez. No final, com a ajuda de todos seus amigos, OA garantiu sua passagem para a dimensão alternativa cumprindo sua missão.

#2 OA estava apenas vivenciando seus delírios psicóticos

Ao acreditar no que Afonso encontrou na casa de OA, podemos pensar que ela poderia realmente estar vivenciando um transtorno mental onde tudo seria fruto da sua imaginação combinando várias informações – o próprio agente do FBI insinuou a OA que ela poderia estar utilizando seus sonhos para traduzir informações que ela recebe, evidenciando a possibilidade de ser influenciada por informações externas. Isso faria com que a cena dos instantes finais, em que encontra Homer, fosse apenas um delírio de OA acordando após ser baleada.

O que é real?

A primeira questão é voltar ao momento final se perguntando: por que o atirador parou? Quer dizer, por que ele simplesmente não atirou? Talvez isso seja respondido pela execução dos movimentos. Toda vez que eram executados, eles eram capazes de promover a cura. Talvez, naquele momento, um sentimento de paz tenha sido transmitido ao atirador, culminando em seu “estado de choque” e paralisação. É preciso lembrar, também, que só houveram dois momentos em que os movimentos se completaram: um na cabana de Hap e outro na área de recreação na escola.

Curiosamente, nos dois momentos, assim que o movimento é encerrado – combinando as mãos junto ao coração – alguém foi morto imediatamente depois. Sendo o Xerife e sua mulher da primeira vez e OA na última. É bem possível que exista um sentido para tal coincidência. Na minha concepção é bem plausível que seja o fechamento de um ciclo, como a oportunidade para fazer a viagem sem volta. E OA teve a oportunidade para fazer isso. Esse ciclo viria dos cinco elementos. Se observarmos atentamente, OA refere-se a “o ar” e o passarinho que OA engoliu é a representação do próprio Ar, tal como o peixe que Homer engoliu é a representação da Água. Não temos informações sobre os demais “animais”, entretanto a esposa do Xerife relata que engoliu uma mariposa, como referência da Terra, que também encerra o ciclo da vida.

Considerando que tudo isso é plausível, o que dizer sobre o que Afonso encontrou na casa de OA? Bom, como todos puderam notar, Elias também estava lá. Quer dizer, por qual motivo um agente do FBI iria invadir uma casa vazia no meio da noite? Talvez, a resposta para a pergunta esteja na consequência do que Afonso encontrou. Elias plantou os livros e o violino para invalidar a veracidade da história de OA, tirando toda credibilidade de tudo que ela havia dito.

Mas, novamente, por qual motivo o FBI teria interesse em fazer tal coisa? No meio da temporada é possível lembrar que Hap matou seu mentor, Leon, que fazia experimentos parecidos, e ao deixar o hospital avisou a enfermeira sobre a presença de pessoas trancafiadas na ala abandonada. Se OA realmente estava falando a verdade, o reaparecimento dessas pessoas deve ter se tornado uma manchete na época. Consequentemente, é plausível que o FBI tenha se envolvido no caso e descoberto sobre os experimentos realizados. É bem possível que o FBI tenha mais importância na história do que parece e esteja vinculado, de alguma forma, com os experimentos.

Alguns detalhes também são capazes de indicar que OA possa realmente estar a falando a verdade. Assim que teve acesso à internet, por exemplo, OA pesquisou por “Homer Roberts” e encontrou um vídeo onde ele relatava sobre sua IQM – mesmo vídeo que deve ter feito Hap descobri-lo e capturá-lo. É curioso que no mesmo vídeo, Homer diz que estava pronto para ganhar seu anel. Sua habilidade angelical pode ter auxiliado ele a ganhar o campeonato, conectando com a informação de que ele já tinha o anel quando foi capturado por Hap. Imediatamente após o vídeo assistido, ela também já começou a relatar sua história para o grupo dos cinco, evidenciando que não haveria tempo para que ela pudesse ler qualquer um daqueles livros recém-comprados.

De qualquer jeito, OA ficou desaparecida por 7 anos alguma coisa deve ter realmente acontecido nesse tempo. Ela era cega e voltou a enxergar. Ela tinha as cicatrizes com registrando os movimentos. Os movimentos salvaram a escola do ataque. Ela tinha sintomas de desnutrição quando foi encontrada. Ela já conhecia, de qualquer forma, Homer antes de sequer procurar por ele online. Existem as gravações da OA pequena em seu sonambulismo enquanto falava em russo. Existem relatados do acidente que aconteceu com a van na Rússia. Tal como existe um vídeo, onde mesmo que não seja possível ver Hap, OA aparece com seu violino em Nova York. Provando que realmente OA partiu para sua nova realidade.

Coisas que a série não responde

#1 Como a viagem realmente acontece?

Veja bem, para o movimento ser concretizado, não fica claro ao certo que sejam cinco pessoas, mas apenas cinco movimentos. E se, para encerrar o ciclo, é necessária uma morte… então como poderia Hap ter viajado com os amigos de OA? Se é que eles realmente chegaram a viajar, seria necessário que uma morte acontecesse. Ao que parece, a pessoa a morrer é a pessoa que viaja. Hap poderia ter libertado os outros, executado os movimentos quando foi morto. Consequentemente, ele viajou para a outra dimensão e os outros ainda estariam presos. É complicado pensar por qual motivo Homer estaria na outra dimensão e como isso seria tecnicamente possível.

#2 Qual o motivo das portas abertas?

Logo no primeiro episódio, OA que mais parece uma doida alucinada, filma sua casa de bonecas como se alguém estivesse lá dentro e evidência a necessidade da porta estar aberta. Da mesma forma, quando solicita a presença de todos pede que deixem suas portas abertas. Mas… porque? Em nenhum momento durante a série fica claro sobre tal motivo, mas é curioso que no episódio 6 o pai de Buck encontra a porta aberta e decida fechá-la, encerrando o episódio como se algo tivesse se rompido e como se de alguma forma isso fosse importante.

#3 O que acontecia na outra dimensão quando não estavam conscientes?

Todos “objetos de estudo” do Hap passaram por experimentos e devido do gás todos desconheciam sobre o que se tratava ou o que acontecia. Mais tarde descobrimos que Hap realizava IQM em cada um deles. O que não fica claro é como escolhiam voltar ou porquê voltavam. Talvez Hap tivesse a “morte” sobre controle. Mas é interessante que, uma das vezes que Homer consegue saber mais sobre o experimento, fuçando nas coisas de Hap, ele ouve sons que se parecesse muito com a perseguição que ele, futuramente, viveria em sua IQM. Como eles saiam de lá não estando conscientes ainda é um mistério.

Considerações

Como disse, é tudo uma questão sobre o quanto você acredita em OA. Então, você acredita em OA? Ou acredita que a série se trata sobre alguém lidando com transtorno mental? Deixe nos comentários, enquanto aguardamos pela resposta da excitante pergunta “Homer?” na segunda temporada.

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